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"Maconha" utopias e realidades
Autor: redação

M  a  c  o  n  h  a   

Muito se especula sobre o uso desta erva com fins terapeuticos. Porém para muitos "demagogos" defendem o seu uso para justificarem o uso próprio, mas não sabem que estão financiando o terrorismo no nosso pais.

Sequestros, roubos e mortes, são cenários frequentes de bandido que se utlizam de armamento pesado financiado pelo tráfico de drogas. Então, antes de se levantar qualquer bandeira faz-se necessário um exame de consciência e reflexão.

O uso de maconha pode trazer benefícios comprovados cientificamente para a saúde, no entanto o usuário em muitas vezes não está consumindo só a erva, pois junto a ela tem uma série de outras substâncias prejudiciais à saúde que no final, na relação custo/benefício o usuário sairá com saldo negativo da saúde.

História:

Até o início do presente século, a maconha era considerada em vários países, inclusive no Brasil, como um medicamento útil para vários males. Mas também era já utilizada para fins não médicos por pessoas desejosas de sentir "coisas diferentes", ou mesmo utilizavam-na abusivamente. Conseqüência deste abuso, e de um certo exagero sobre os seus efeitos maléficos, a planta foi proibida em praticamente todo mundo ocidental, nos últimos 50-60 anos.
Mas atualmente, graças às pesquisas recentes, a maconha (ou substâncias dela extraídas) é reconhecida como medicamento em pelo menos duas condições clínicas:
Reduz ou abole as náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia (doença que se caracteriza por convulsões ou "ataques").
Entretanto, é bom lembrar que a maconha (ou as substâncias extraídas da planta) tem também efeitos indesejáveis que podem prejudicar uma pessoa.O THC (tetrahidrocanabinol) é uma substância química fabricada pela própria maconha, sendo o principal responsável pelos efeitos da planta. Assim, dependendo da quantidade de THC presente (o que pode variar de acordo com o solo, clima, estação do ano, época de colheita, tempo decorrido entre a colheita e o uso) a maconha pode ter potência.
 
Realidade dos efeitos: 
 
Para bom entendimento é melhor dividir os efeitos que a maconha produz sobre o homem em físicos (ação sobre o próprio corpo ou partes dele) e psíquicos (ação sobre a mente). Esses efeitos físicos e psíquicos sofrerão mudanças de acordo com o tempo de uso que se considera, ou seja, os efeitos são agudos (isto é, quando decorre apenas por algumas horas após fumar) e crônicos (conseqüências que aparecem após o uso continuado por semanas, ou meses ou mesmo anos).

Físicos Crônicos:  Os efeitos físicos crônicos da maconha já são de maior monta. De fato, com o continuar do uso, vários órgãos do nosso corpo são afetados. Os pulmões são um exemplo disso. Não é difícil imaginar como irão ficar estes órgãos quando passam a receber cronicamente uma fumaça que é muito irritante, dado ser proveniente de um vegetal que nem chega a ser tratado como é o tabaco comum. Esta irritação constante leva a problemas respiratórios (bronquites), aliás como ocorre também com o cigarro comum.

 

Efeitos específicos nos sistemas sistemas

Neurológico

·         Diminuição da coordenação motora

·         Alteração da memória e concentração

·         Alteração da capacidade visual

·         Alteração do pensamento abstrato

Reprodutivo

·         Infertilidade (a maconha diminui em até 50–60% a quantidade de testosterona)

·         Alterações na menstruação

·         Diminuição da libido e satisfação sexual

Psiquiátrico

·         Depressão e ansiedade

·         Mudanças rápidas no humor

·         Ataques de pânico

·         Mudanças de personalidade

Suicídio

Aumentando-se a dose e/ou dependendo da sensibilidade, os efeitos psíquicos podem chegar até a alterações mais evidentes, com predominância de delírios e alucinações.

Se houvesse uma politica séria e consciente de legalização e plantio, obedecendo certos padrões de saúde como controle de substância prejudiciais (THC e outros), bem como cobrança de impostos a serem revertidos para pesquisas cientificas, ou, amparo assistencial, saúde pública ou qualquer outro fim que não seja o enriquecimento de poderosos corruptos do governo, aí sim compensaria se levantar uma "bandeira"!

 

Publicada em 17/8/2009
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